O futebol, em especial o português, não tem grande motivo para servir de exemplo, sobretudo no que à organização administrativa diz respeito.
Porém a propósito duma notícia lida recentemente, acho oportuno trazer um comentário à guisa de reflexão por comparação.
Soube, que nos dois campeonatos nacionais de futebol profissional, a Liga Sagres (1ª Divisão) e a Liga Vitalis (Liga de Honra), os jogadores ali inscritos, têm que ser profissionais.
Para serem inscritos no primeiro caso, têm que auferir, no mínimo, o equivalente a 3 ordenados mínimos nacionais (1278 €) e no segundo caso 2,5 ordenados mínimos (1065 €).
Quer isto dizer, que está estabelecido que no caso concreto da indústria futebol, para poderem ir a jogo, as empresas (clubes), têm que despender no mínimo, aqueles valores por cada profissional ao seu serviço.
Isto a propósito, da choradeira nacional que por aí vai, só porque o governo reafirma o já aceite em concertação social ,o aumento do salário mínimo nacional para 450 € por mês, na prática um aumento de 24 € por mês e por trabalhador.
É lamentável, que ainda existam empresas que baseiem a sua actividade, na exploração da mão de obra a níveis que se situam, nos últimos lugares da União Europeia.
É lamentável que essas empresas possam continuar a ir a jogo, baseando a sua actividade em salários de miséria. Pelo menos nisso o futebol serve de exemplo e se alguns clubes, podem ser obrigados a fechar as portas por incapacidade de cumprir esse mínimos, porque não podem essa empresas seguir o mesmo caminho ?
Cá por mim não fazem falta nenhuma
Relembro, aos saudosistas de pesadelos passados em informação adicional e a propósito de alguns comentários que se continuam a produzir, num post 2 números atrás, que nos famosos anos de glória nacional do ministro Salazar entre 1928 e 1931, que não havia ordenado mínimo nacional, nem fundo de desemprego (aliás nunca houve), nem abono de família, nem rendimento social de Inserção, nem sapatos, nem saúde.
Havia sarja para vestir, alpercatas para calçar, tuberculose para cuspir, fome para comer.
A avaliar pela choradeira de hoje, imagine-se os salários de então, escudados pela repressão a quem ousasse levantar a voz.
A criação do imposto de "salvação pública" e a multiplicação das "taxas de salvação nacional" sobre o açúcar, a gasolina, óleos, etc.., deve adivinhar-se ao que níveis conduziu o custo de vida., mas era tudo a bem da Nação e da salvação do deficit.
Porém a propósito duma notícia lida recentemente, acho oportuno trazer um comentário à guisa de reflexão por comparação.
Soube, que nos dois campeonatos nacionais de futebol profissional, a Liga Sagres (1ª Divisão) e a Liga Vitalis (Liga de Honra), os jogadores ali inscritos, têm que ser profissionais.
Para serem inscritos no primeiro caso, têm que auferir, no mínimo, o equivalente a 3 ordenados mínimos nacionais (1278 €) e no segundo caso 2,5 ordenados mínimos (1065 €).
Quer isto dizer, que está estabelecido que no caso concreto da indústria futebol, para poderem ir a jogo, as empresas (clubes), têm que despender no mínimo, aqueles valores por cada profissional ao seu serviço.
Isto a propósito, da choradeira nacional que por aí vai, só porque o governo reafirma o já aceite em concertação social ,o aumento do salário mínimo nacional para 450 € por mês, na prática um aumento de 24 € por mês e por trabalhador.
É lamentável, que ainda existam empresas que baseiem a sua actividade, na exploração da mão de obra a níveis que se situam, nos últimos lugares da União Europeia.
É lamentável que essas empresas possam continuar a ir a jogo, baseando a sua actividade em salários de miséria. Pelo menos nisso o futebol serve de exemplo e se alguns clubes, podem ser obrigados a fechar as portas por incapacidade de cumprir esse mínimos, porque não podem essa empresas seguir o mesmo caminho ?
Cá por mim não fazem falta nenhuma
Relembro, aos saudosistas de pesadelos passados em informação adicional e a propósito de alguns comentários que se continuam a produzir, num post 2 números atrás, que nos famosos anos de glória nacional do ministro Salazar entre 1928 e 1931, que não havia ordenado mínimo nacional, nem fundo de desemprego (aliás nunca houve), nem abono de família, nem rendimento social de Inserção, nem sapatos, nem saúde.
Havia sarja para vestir, alpercatas para calçar, tuberculose para cuspir, fome para comer.
A avaliar pela choradeira de hoje, imagine-se os salários de então, escudados pela repressão a quem ousasse levantar a voz.
A criação do imposto de "salvação pública" e a multiplicação das "taxas de salvação nacional" sobre o açúcar, a gasolina, óleos, etc.., deve adivinhar-se ao que níveis conduziu o custo de vida., mas era tudo a bem da Nação e da salvação do deficit.
