09 novembro, 2008

Como moscas em papel colante


Isto de ter um blogue, é uma aventura curiosa e digna de ser analisado por especialista em psicologia.

As matérias que se abordam, podem como é natural ter mais interesse do que outras, aquilo que para o colaborador do blogue, pode ser interessantíssimo ou susceptível da geral a maior indignação, pode para a maioria das pessoas que o lêem não ter qualquer relevância ou seja digno de suscitar qualquer tipo de interesse.

Pode falar-se mal do governo, dos partidos, seja do que for da actualidade política nacional ou internacional, que por vezes nem um comentário se recebe, porém se se falar de forma crítica do anterior regime, ou da figura sinistra do Dr. Salazar, eles aí estão, chovem comentários, normalmente a coberto do anonimato e sempre de forma ofensiva.

É o que eu chamo o efeito papel apanha moscas. Recordando aquelas tiras de papel que se pendurava no tecto, especialmente dos estabelecimento comerciais, e que feitas de material pegajoso atraíam as moscas que acabavam por morrer lá coladas.

Comparo a essas tiras de papel nojentas, com esses post que acima referi, também a eles se colam todo o tipo de moscas e outros vermes voadores, que pegam e não largam mais.







18 comentários:

Anônimo disse...

E aqui estou eu a coberto do anonimato, mas não pouso nem colo no que é nojento e que de nojentos vem as tais tiras de papel colantes.

Diz-me o que fazes e as formas como o fazes; que eu digo-te quem és (sábio provérbio).
Eu passei pela cola do cola e não colei(uso um produto contra os colas,estou imune a todos os tipos e géneros destes profissionais da cola).

Que adquiriram prática em pôr cola aqui, cola ali e assim vão vivendo pondo cola por todo o país para que o seu povo os trabalhadores bem que se entenda claro, ficaram colados e tramados porque foram colados às colas que os profissionais da cola hábeis no manejo da cola, pincelaram pelo país fora.

Passei para deixar a minha a minha assinatura, mesmo a coberto do anonimato.

Porque se o cola papeis, consultar um professional em psiquiatria ou psicologia, ele dirá.
Estas pessoas estão simplesmente a confrontá-lo com os tempos do Estado português e o que foi um Estadista e toda a promiscuidade que foi instaurada no país e quem são os “politicos” de aviário, em favor dos profissionais de cola papeis.

Vítor Ramalho disse...

Como sabe não passei por aqui por causa de ninguém.
Mas claro face a provocação que fazia, tive que lhe dar a devida resposta.
Quem semeia ventos colhe tempestades, depois não se admire dos insultos.

Claras o contestatário disse...

Olá Vitor Ramalho

Não estava à espera deste seu comentário, nem do seu raciocínio, meio ameaçador.

Portanto:
Quem escreve o que pensa num blog, está, no seu conceito, a semear ventos e por isso pode ser insultado e não tem de se admirar.
Certo?

Quer dizer que quando não estiver de acordo com o que escreve no seu blog, posso passar por lá, sem problemas, e insultá-lo?
Certo?

Uma boa medida, a todos os níveis cívica e bem mais rápida do que dar argumentos.
Não me esquecerei do conselho.

Vítor Ramalho disse...

Julgou mal o meu comentário. Eu pretendia avisar que face à provocação era natural que os comentários desagradáveis não demorassem.
Eu nunca ameaço e raramente insulto.
Mas nunca ninguém me vai fazer ficar calado. Porque prefiro morrer a virar as costas.
Nem recebo lições de activismo, porque todos os dias estou na rua a dar a cara por muitas e variadas causas. Faça minha a causa do povo. Deus ou os deuses deram-me força e coragem que nunca usei em meu proveito, está inteiramente ao serviço de quem precisa. Podem não acreditar nas pessoas que escolhi para a caminhada, mas não duvidem que acredito naquilo que defendo.

Claras o contestatário disse...

Mas qual provocação Vítor Ramalho?

Nós estávamos aqui sossegadinhos, a dizer o que pensamos, como sempre o fizémos.....
repentinamente, vá lá saber-se porquê, aparecem anónimos de todos os lados, com insultos cada vez mais rascas e mais baixos.

O que é bom que perceba é que como se acoitam no anonimato, ficaremos sempre na dúvida de quem são, atirando lama para cima de todos os que conhecemos.

E julga que nós não acreditamos no que defendemos, nem estamos do lado do povo, nem temos activismo?
Mas julga que só há uma verdade?
Há pelo menos duas:
A sua e a minha, para não falar na dos outros.

Vítor Ramalho disse...

No texto que originou tudo isto estão provocações e insultos, a ser que para si chamar atrasado mental a alguém não seja um insulto.
Como sabe visito o seu blogue e fiquei deveras sentido, uma vez que sou o organizador do encontro. Quem não se sente não é filho de boa gente.
Por isso aquilo que escrevi. Quem semeia ventos colhe tempestades.

Claras o contestatário disse...

Fui reler o post em questão, Vítor Ramalho

Chamar atrasado mental, é um insulto, sim, no meu entender.
Ficam as minhas desculpas.

Luís Maia disse...

Vitor Ramalho

Gostava que me dissesse qual a razão, porque alguém que faz um comentário fascista se eu o identifico como tal se ofende ?
Não deveria ficar orgulhoso ?

Gostava que me dissesse qual a razão, porque alguém que faz um comentário racista acerca dum post sobre o Obama se eu o identifico como racista se ofende ?
Não deveria ficar orgulhoso ?

Gostava que me dissesse qual a razão, porque alguém que faz um comentário elogiando Salazar se eu o identifico como reaccionário se ofende ?
Não deveria ficar orgulhoso ?

São esses que agridem e ofendam ás cegas, que eu identifico como as tais moscas que se agarram ao papel de cola e não largam.

Nunca são dirigidas a quem de cara descoberta e com post onde toda a gente pode entrar e comentar o que quiser( digo eu) defendem os seus pontos de vista.

Luís Maia disse...

Vitor Ramalho

E já agora em termos de comentário, lhe digo generalizando o meu ponto de vista a propósito do tal encontro que vc organiza

Que se o PNR, embora sendo um partido de direita e anti-sistema, se não se demarca dos grupos fascistas, que apesar de tudo posso conceder o PNR não seja, sob a capa de que são todos nacionalistas, acabam engolidos pela barulheira nazi, sem credibilidade.

Se me permite (e eu não tenho nada com isso) isso também será válido para o tal encontro de Cantanhede, mesmo que queiram colocar questões importantes segundo o ponto de vista político do PNR o que vai ficar, se ficar alguma coisa, é o vozear e o barulho das botas militares.

Quer apostar que vai haver quem não tenha orgulho na farda que veste ?

Vítor Ramalho disse...

Depois para dizer que embora não me considere fascista não me incomoda nada que me chamem assim, como não me incomoda nada que me chamem comunista como muitas vezes o têm feito no meu blogue.
Depois relativamente ao Obama, não deve ser criticado perla raça, mas sim pela ligação ao sionismo e à alta finança americana sobretudo a mais corrupta.
Não sou Salazarista e Salazar também persegui alguns dos professavam a linha politica que abracei. Salazar foi mau, nalgumas coisas muito mau, mas muito mais reaccionários são os políticos de hoje. Com todos os seus defeitos Salazar sempre soube pôr alguns travões ao grande capital, hoje vemos os políticos a fazer de acelerador do mesmo.
Claro que a coberto do anonimato é fácil ofender. Mas novamente lhe digo; veja bem quem começou a ofender.
Mas não percebo porque volta a passar cartão aos atrasados mentais, afinal não mereciam nem o primeiro texto e já vai no segundo e calculo que não fica por aqui.
Por ultimo o encontro de blogues vai ter gente do PNR, gente que não é do PNR e até gente que é critica do PNR.
Gente sem valor existe em todos os partidos espero que no meu saibamos separar o trigo do joio.

Um obrigado à Claras porque soube dar a mão à palmatória, subiu uns furos na minha consideração.

Anônimo disse...

Quem faz armadilhas, sempre cai nelas, ei-los aqui colados no seu nojento papel de cola para moscas, (eles caíram que nem moscas) na sua própria armadilha, o roque e a amiga.

Pois é eu assumo-me como fascista, com orgulho em o ser, nada do que vem da esquerda me ofende, o que me ofende, é ter conhecimento da existência de mentes torpes, que há falta de argumentos válidos para imporem a sua!? Preferência partidária!?, (se é que ela existe!?), servem-se abusivamente e de forma medíocre numa demonstração de inteligência e falta de cáracter e dignidade de um homem que morreu muito antes do golpe de Estado de Abril e que nada teve que ver com esse golpe de Estado, para ser implantado em Portugal o comunismo socialista. Melhor dizendo, para vos avivar a vossa falta de memória e inteligência, (nessa altura não era um qualquer hipócrita, falso e cínico Marcelo Caetano que se encontrava no poder!?)
Já agora o Vitor Ramalho, que me desculpe, mas eu não me sinto ofendido, por alguém que coloca estas escritas, como provocação, esta gente não tem a capacidade em offender ninguém, isto é próprio deste tipo de pessoas eles começaram já a 25 de Abril a defenderem o falso, o crime, o abuso, a usurpação, as prisões arbitrárias de honrados e trabalhadores portugueses, para transformarem Portugal no pobre e diminuto país que temos,(mas muito grande e rico para eles) e dessa forma poderem delapidar, roubar, destruir e servirem-se com mais há vontade o país inteiro, criando os desempregos, a miséria, a exclusão social,os suicídios, as mafias, os crimes de sangue violentos que ocorrem diariamente, a pedófilia, para que eles se sintam um pouco mais gente do que os outros,(desta forma até se sentem gente importante, porque em país de cegos,quem tem um olho é Rei).

Funes, o memorioso disse...

1- Seria bom que as pessoas lessem o artigo de Desidério Murcho no "Público", de quarta-feira passada. Como ele demonstra, insultar devia ser um direito e deixar-se ser insultado, um dever. Se o insulto não me atinge, não é insulto. Se me atinge, é porque, lá no fundo, eu reconheço a sua realidade e ela me incomoda. Mas reconhecer que uma realidade me incomoda é o passo indispensável para mudar. Viva, por isso, o insulto.

2- Salazar era tudo menos sinistro. Era até da direita conservadora.

3- Eu gostava dessas folhas de papel apanha-moscas. Eram absolutamente nojentas. Também gosto das novas máquinas que matam por electrochoque e fazem bzzz, bzzz, esturricando as moscas.

Claras o contestatário disse...

Olá Funes Querido


tenho imensa pena, mas não estou com disposição para discussões.

beijinho

Carla disse...

entrei mas vou sair de mansinho, porque a discussão já vai longa...quero apenas dizer que na minha opinião um blog é algo de pessoal e, por tal motivo pode e deve ser o espelho daquilo que o seu (s) autor(es)pensa e defende. Quem não concordar tem duas alternativas ou não volta àquele espaço ou se aí quiser deixar a sua opinião deve fazê-lo de forma honesta identificando-se e não escondendo-se por detrás de um... anónimo!
beijos

Claras o contestatário disse...

Beijinho Carla
e obrigado

Luís Maia disse...

Pois acho isso mesmo Carla, mas o problema não é só de educação ou falta dela , é uma questão também política.

Anonimato, autoritarismo, ditadura são frases que representam uma ideologia e essa marca fica sempre

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Claras o contestatário disse...

Há uma coisa que não admito a ninguém, anónimo ou não

QUE INSULTEM QUEM CÁ VEM COMENTAR.
POR ISSO APAGAREI QUALQUER TIPO DE COMENTÁRIO QUE O FAÇA.