15 outubro, 2008

Quando a esmola acontece o pobre desconfia

O jeito que a crise financeira mundial deu ao ZÉ, foi inenarrável. de outro modo como explicar ao eleitorado que as há muito exigidas medidas de desaperto de cinto, não são mais do que as esperadas medidas eleiçoeiras, que a oposição e a experiência acumulados dos portugueses há muito sabia que iria acontecer em ano de várias eleições.

A circunstância de se tratar de um ano eleitoral é pura coincidência, disse Teixeira dos Santos, desdenhando de quem lê eleitoralismo nas entrelinhas da generosidade de um Orçamento.

A mim, ninguém me convence do contrário, que por exemplo os 2,9% de aumento para a Função Pública, só acontece por ser um ano de eleições, é clássico que nestas alturas é a Função Pública que dum modo ou outro recebe um rebuçado, afinal não passa mesmo disso, atendendo a que a inflação prevista se situa apenas 4 décimas abaixo.

Contudo é melhor do que nada, ainda que toda a atenção governamental esteja apontada, para o aval prestado à Banca, substituindo-se ao encargos inerentes ao proprietários que em reforço das suas posições empresarias deveriam promover os respectivos aumentos de capital.

Tudo se prepara para a eventualidade dos nossos impostos, mais uma vez servirem para cobrir desmandos das entidades bancárias.

Falando em desmandos, quando serão tornados públicos os escândalos dos processo de lavagem de dinheiro da "lavandaria BES" ou as operações fraudulentas do Millennium ?

2 comentários:

Claras o contestatário disse...

Esses lindinho

duvido que alguma vez venham a lume

Carla disse...

em ano de eleições...nada como abrir os cordões à bolsa...infelizmente acho que a "mentira" ainda pega
bom fim de semana