10 outubro, 2008

A liberdade continua a ser o que sempre foi

Se há coisas que considero verdadeiramente anti-democrático, é essa coisa que os partidos "democráticos" chamam de "disciplina partidária", impondo ao seus deputados que votem de acordo com as determinações do secretariado, do comité central ou da comissão política, qualquer que seja o nome assumido pelos órgãos dirigentes dos respectivos partidos.

Por certo que a liberdade de voto deveria ter limitações genéricas, isso eu concordo. Limitações que SÓ poderiam passar por votações que se enquadrassem fora dos estatutos políticos do partido, ou do seu programa eleitoral.

Fora desses condicionalismos não aceito que se cale a voz livre de cada deputado no exercício do cargo para que foram eleitos, fazê-lo é um acto puramente anti-democrático, por curiosidade, usualmente praticado por partidos que se apregoam campeões da democracia.

Com digo em título "a liberdade continua a ser o que sempre foi", quero simplesmente afirmar que infelizmente, essa liberdade continua a "não existir", como sempre e lamento que esse atentado à liberdade de consciência das pessoas, exista ainda no parlamento português na época de Abril.

O meu respeitoso abraço Manuel Alegre.




4 comentários:

cs disse...

queria agradecer a vista ao meu bloguinho.

Satisfeita, porque a liberdade passa por aqui. :))

cs disse...

*visita

Luís Maia disse...

Obrigado

também gosto do seu blogue

Claras o contestatário disse...

Como quase sempre tens toda a razão!

Não te esqueças, como QUASE sempre

risos